Escrever testes do comportamento
Cobre um comportamento com testes no runner que o repositório já usa. Sem testar detalhe interno.
Quando usar
Use quando a função ou a rota existe e não tem teste, ou o teste só afirma que um mock foi chamado.
Variáveis
[AREA][BEHAVIOR][RUNNER][DO_NOT_MOCK]
Copiar prompt
Escreva testes para [AREA]. Comportamento que precisa ficar travado: [BEHAVIOR]. Runner e comando: [RUNNER]. Não mockar: [DO_NOT_MOCK]. Regras - Use só [RUNNER]. Não adicione Jest, Vitest, Pytest ou outro runner. - Teste comportamento observável: retorno, status HTTP, texto visível, linha gravada. Não teste que uma função interna foi chamada, a menos que esse seja o contrato. - Cubra o caso feliz, um inválido e um de borda citado em [BEHAVIOR]. Se não houver borda óbvia, pergunte antes de inventar. - O que está em [DO_NOT_MOCK] usa a implementação real ou um fixture de arquivo. Pode mockar rede externa e relógio. - Não mude código de produção para o teste passar, exceto para injetar um relógio ou uma pasta temporária. Se precisar de mudança maior, pare e explique. - Nome do teste descreve o comportamento, não o método. Entrega 1. Arquivo de teste. 2. Saída de [RUNNER] só nesses testes. 3. Se algum teste passou sem executar [AREA], apague e reescreva. Se [AREA] não existir no repositório, pare. Não crie a feature.
Como rodar este prompt
- Descreva o comportamento. Uma frase do ponto de vista de quem usa, não do arquivo.
- Nomeie o runner. O comando que já existe no package.json ou no Makefile.
- Rode e leia a falha. Um teste novo que já passa sem ter executado o código é suspeito.
Onde isso quebra
O modelo testa implementação (quantas vezes o helper rodou). DO_NOT_MOCK lista o que precisa ser real. Se o runner estiver errado, ele vai instalar outro: o prompt proíbe isso.
Resultado
Espaço para screenshot ou demo. Ainda não há resultado publicado.